“Para dizer a verdade o MainStage é o único software que eu usaria em um show, ponto final.” - Eugene “Man-Man” Roberts

Eugene “Man-Man” Roberts:
Produzindo o John Legend ao vivo com o MainStage

“Às vezes, durante uma apresentação ao vivo, já aconteceu de eu ter que interromper uma música porque eu não conseguia passar para uma determinada parte sem interferir no show todo. Mas com o Playback, eu simplesmente deixo o show rolar e se precisar pular alguma coisa, tudo bem, posso fazer isso. É ótimo ter essa opção.”

Roberts também ficou encantado com o novo modo de sincronização do MainStage, pois com ele pode armazenar o andamento de uma música dentro de um patch. Assim, as trilhas de apoio de cada música são sincronizadas facilmente dentro do andamento certo. “Com o MainStage 2 estou melhor preparado para tudo”, diz ele. “Podemos até ensaiar e aprender uma nova gravação para tocar ao vivo, mas John é o tipo de artista que vai pedir a música três batidas mais rápida ou pedir para mudar o tom. Antes, eu tinha que fazer uma lista de tudo o que ele queria mudar e deixar tudo pronto para o ensaio seguinte. Agora, com o MainStage, posso fazer tudo na hora.”

Conveniente e confiável

Embora toque com Legend há vários anos, Roberts já saiu em turnê com Teddy Riley e Kanye West. Assim como vários músicos em turnê, ele considera o MainStage uma alternativa viável e flexível ao uso de sintetizadores físicos. Aos poucos, Roberts vem deixando de lado os módulos físicos e ampliando os recursos de som da banda ao vivo usando o seu MacBook Pro. “Costumava levar um rack com vários módulos para o palco, porque não queria carregar tantos teclados. Com o MainStage, não preciso mais deles”, conta Roberts. “Se eu tenho o meu MacBook Pro e minha sessão, tenho tudo o que preciso para o show.”

Devido à sua longa e bem-sucedida história com o Logic Pro, Roberts nunca pensou em outra alternativa que não o Mainstage: “Para dizer a verdade, o MainStage é o único software que eu usaria em um show, ponto final. Não vou ficar usando um monte de parafernália. O MainStage já vem com todos os sons originais da Apple. Então fico tranquilo, porque sei que são de qualidade. Qualquer amostra que eu queira, basta usar o ESX24 e manter o ritmo.”

Manter a banda toda no ritmo é responsabilidade de Irv Washington, o técnico de programação. Ele garante a boa operação da programação dos teclados de palco. “Ficamos o ano todo em turnê e nada deu errado. Nunca tivemos um defeito”, conta Washington. “Usamos os laptops MacBook Pro com Logic e MainStage e tudo corre com perfeição e consistência.”

Contrabaixo

O baixista Kenny “Dubya” Wright, que já toca com Legend há cinco anos, usa o MainStage para tocar patches de baixo do sintetizador em um teclado com a ajuda do MainStage. “Estou acostumado a fazer shows, mas desde que colocamos mais músicos e Eugene começou a cuidar da direção musical, várias coisas mudaram”, explica ele. “Eu posso tocar de uma forma diferente. Agora toco metade do show no baixo do teclado e a outra metade no comum.

O bom de tocar o baixo do teclado no MainStage é que eu tenho praticamente uma fonte ilimitada de sons, por isso não preciso ficar preso a apenas um baixo comum. Posso usar o MainStage para experimentar os anos 70, 80, 90. Tudo programado. Isso é realmente fantástico para mim. Tudo acontece de forma rápida e tranquila no MainStage. E com toda aquela variedade de plug-ins, é muito abrangente mesmo.”

Amplificadores e pedais

O acesso fácil e rápido a uma enorme variedade de novos sons também inspirou o guitarrista da banda, Shon Hinton, a explorar mais o MainStage. “O que me impressionou de imediato no MainStage foram as representações visuais. Eu posso ver os amplificadores antigos e pedais analógicos enquanto estou criando uma música”, revela Hinton. “Sei que pode parecer bobo, mas para mim isso é um sonho como guitarrista, seja dentro do estúdio ou ao vivo."

Crédito da fotografia: Joseph Linaschke

“A possibilidade de criar uma pedaleira é incrível. Eu costumava levar vários equipamentos para os ensaios para tentar achar exatamente o tom que estava procurando, mas com o MainStage consigo explorar os tons mais variados só com a ajuda do Pedalboard. Em uma sessão recente, consegui passar de um amplificador mais grave, que me dava os sons de soul que eu queria, para outro que me dava a distorção e um toque de heavy metal que eu estava procurando para uma coisa mais pesada. Os acordes da minha guitarra fluíram durante toda a música: sem excessos, um som da melhor qualidade. Um amigo me perguntou qual pedal eu estava usando e eu respondi: o MainStage e o Logic. Impressionante.”

Próximas paradas

A turnê está chegando ao fim e Roberts diz que gosta tanto de tocar quanto de produzir. Segundo ele, “produzir o show é um desafio maior do que fazer parte da banda, porque sou o responsável pelo som ao vivo desse artista.”

Para arcar com essa responsabilidade, Roberts espera em breve gerar o máximo de sons e efeitos de teclado com o MainStage para o show. “Estamos passando tudo do Logic para o MainStage”, explica ele. “Uma coisa que eu gosto muito no Logic e no MainStage é que não há um jeito errado de fazer um som em nenhum dos dois. Talvez possa haver quatro formas diferentes de se fazer isso, mas não há um jeito errado.”